LIVRO: POESIA CRISTÃ


"Este livro é bastante útil para professores, pregadores, pastores e outros que desejam viver a vida de forma que agrade a Deus e ao próximo. É uma boa opção para o enriquecimento de sermões e palestras e com certeza corresponderá aos anseios de quem o utilizar.
Antônio Costta é o mais dedicado autor de poesias cristãs da nossa região. Presbítero da Assembleia de Deus em Itabaiana, tem alcançado um novo plano de qualidade no campo da poesia sacra. A sua influência entre os formadores de opinião na sua cidade e fora dela já é de bom tamanho, mas Antônio Costta dá a Deus a quem serve, as devidas honra e glória para todo o sempre. Amem."

Pr. Enilson de Morais
(Pastor da Assembléia de Deus de Itabaiana/PB)

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"No livro Poesia Cristã, Antonio Costta sintetiza sua conversão ao Senhor, dizendo:

"Meu grande sonho era ser um escritor, 
Um poeta consagrado como um rei;
Para o mundo meus poemas declamei,
Mas agora sou poeta do Senhor!"

Ao ler os escritos do livro Poesia cristã, senti a unção divina ser aspergida na minha alma. Com franqueza, a lâmpada dos versos clareou os recônditos da minha introspecção, a fé em Cristo subiu a níveis estratosféricos, o meu sentimento foi purgado. Que Deus continue colmando de cores os seus sonhos, pois você é um instrumento de evangelização.
Os escritos do livro Poesia cristã são mensagens edificantes. Cristo está contigo, meu irmão! Cada poema dessa obra é uma forma mística de compreender os aspectos vitais, adentrar os umbrais da eternidade. Por meio da Palavra, você outorga refrigério aos desvalidos, desfaz a ilusão do hedonismo, reveste de regozijo todo aquele que feneceu para as primícias do verdadeiro fundamento.

Newton Hemiliano de Lima
(Poeta e escritor paraibano)


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"Os sonetos que compõem este volume do poeta António Costta concentram em si um único Eu poético, não o poeta, mas Cristo. Entenda-se, o poeta e a sua verve são o meio, Jesus Cristo é o Fim último, por isso estamos diante de uma poesia sem outro rótulo religioso, que não seja “poesia cristã”.

Os sonetos aqui dados ao público, são como um trabalho em burilada peça de arte que eu designaria anti-soneto “O Convertido” do lusitano Antero de Quental ( Açores, 1842-1894). Este termina aquele soneto assim, depois do verso “Virou-se para Deus minha alma triste”: “Amortalhei na Fé o pensamento, / E achei a paz na inércia e esquecimento…/ Só me falta saber se Deus existe!”. Ao contrário, António Costta escreve, reunindo em inúmeras vezes, o que decorre da sua conversão genuína: “Pois agora quero só louvar a Deus / Co’a esperança de um dia morar nos céus/ Para no “Grande Coral” cantar louvor!... // Não idolatro mais ninguém da “Academia” / Pois consagrei toda minha poesia.../ A serviço do meu Rei e meu Senhor! “ 

Estes sessenta e dois sonetos são, acima de qualquer enfoque crítico literário, uma pregação, o querygma em forma poética. Realizam-se todos eles sem excepção, de facto, como uma Mensagem Evangelística desde o púlpito da Poesia."

João Tomaz Parreira
(Poeta e Escritor - Lisboa - Portugal)

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CD POESIA CRISTÃ

Baixe gratuitamente CD contendo 30 sonetos do livro Poesia Cristã (de autoria do poeta Antonio Costta), recitados, com fundo musical, pelo locutor da Rede Globo Nordeste - Jô Santos. Excelente para programas de rádios e evangelização pessoal.
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10 SONETOS - ANTONIO COSTTA


A INGRATIDÃO DA HUMANIDADE


A ingratidão, meu Deus, esta pantera
Que habita o coração da humanidade,
Ignorando o amor e tua bondade,
Chamando-te até mesmo de quimera!

A ingratidão, meu Deus, no mundo impera.
Fazer o bem parece iniquidade!
O agradecimento é leviandade,
Sempre da parte de quem não se espera!...

É contumaz, meu Deus, homens ingratos,
Comer teu pão, depois cuspir nos pratos,
Ignorando o amor com que fizeste!...

E se lhes pede comida, um faminto,
Ignoram o pobre no recinto,
Negando repartir do que lhes deste!...


A FALSIDADE DESTE MUNDO

Neste mundo é tamanha a falsidade
Que a verdade, de repente, ocultou-se;
A mentira transformou-se em verdade
E a verdade, em mentira, transformou-se!

Porventura alguém sabe onde a verdade
Neste mundo hodierno extraviou-se?
Em que parte do planeta a bondade
Inda não, em maldade, adulterou-se?

Oh Senhor, nos livrai da falsidade!
Que opera neste mundo de maldade,
Da forma mais arguta e traiçoeira...

Pois no mundo a maldade não se espira:
A verdade transformou-se em mentira
E a mentira — em verdade verdadeira!


AMIGOS DE APARÊNCIA

Cuidado co’os amigos de aparência
Que cercam nossa vida, meu irmão.
Fazê-los confidentes — que imprudência!
Pois não contemplam Deus no coração.

Cuidado co’os amigos de aparência,
Fingindo-nos ter amor e união;
Planejando só o mal (com paciência)
Figurados de ovelha... de cristão!

É mister que tenhamos mais prudência,
De tudo o que falamos, na essência,
Pra não incendiarmos u’a floresta!...

Busquemos no Senhor mais sapiência
Pra fugir dos amigos de aparência
Que acreditamos bons, mas que não prestam!


FALSIDADE

Falsidade, fator de rima fácil
Facilmente encontrado todo dia;
Quer seja na nobreza, em modo grácil,
Ou nos servos da noite nua e fria.

Falsidade, palavra que associa
A calúnia, a mentira e a perdição.
Falsidade, o que Judas fez um dia,
Contra Cristo, ao tramar a traição!

É triste praticar a falsidade
Contra quem nos amou com lealdade
E nunca nos deixou sofrendo a esmo...

Ensinando pra toda humanidade
Que amassem uns aos outros de verdade,
Da maneira que amamos a nós mesmos!


NEM TUDO QUE RELUZ É OURO OU PRATA

Nem tudo nesta vida nos convém,
Paulo escreve deixando bem explícito:
“Tudo é bom, mas nem tudo nos é lícito”,
Provai tudo, mas só retende o bem!

Precisamos enxergar mais além,
Há espinhos nas flores do jardim;
O mundo se camufla para mim...
Porque nem todo abraço amor contém!

Preciso de Jesus na minha vida,
Pois o caminho é estreito e tem subida,
E não posso abandonar minha cruz...

Pois a vida a cada dia nos retrata:
Nem tudo que reluz é ouro ou prata...
E só existe uma esperança: é JESUS!


PÁSSARO FERIDO

Pássaro ferido na fria calçada
Como um condenado a viver ao chão,
Quem se importa com sua asa quebrada?
Seus sonhos alados na imensidão?...

Qual o motivo? Qual foi a razão
Dessa maldade contra um indefeso?
Inveja do voo?... Da sua emoção?...
-Pássaro ferido sentindo-se preso!

Oh dias vividos! Oh noites sonhadas!
Por que tanto ódio, pessoas malvadas?
As asas do sonho - por que quebrar?...

Às vezes me sinto, em horas marcadas,
Qual passarinho de asas quebradas...
Por tanto na vida viver a sonhar!


O HOMEM E O PÁSSARO NA MESMA GAIOLA

Coitado do homem da grande cidade,
Trancado em casa por trás do portão,
Qual passarinho sem ter liberdade,
Quase vivendo em igual condição!

Os dois na prisão cantando saudade,
O pássaro, o homem no mesmo refrão;
Um por causa da humana crueldade,
E o outro com medo do astuto ladrão!

Coitado do homem, nem se dá por conta
Que a liberdade ele mesmo afronta,
Mantendo o pássaro em uma prisão.

Na realidade ele está mais preso
Do que o passarinho que vive a esmo,
Sem compreender o motivo, a razão!


COMO POSSO ESQUECER-ME DA POBREZA?

Como posso esquecer-me da pobreza
Que campeia neste mundo desigual?
Consequência de injustiça social,
De governos que só olham pra riqueza!

Como posso esquecer-me da tristeza
Que assola parte da população?
Sem acesso a saúde, educação...
E emprego para por o pão na mesa!

Como posso concordar co’o sistema
Que fomenta a pobreza, como lema,
Para terem essa classe como presa?...

Presa fácil para as suas eleições,
Comprando a consciência de milhões
De pessoas vulneráveis na pobreza!


SOLIDARIEDADE

Há tanta gente carente pela rua,
Tanta gente mendigando o próprio pão;
Não viva só de glória a Deus e aleluia...
De que adianta a oração sem a ação?

Há tanta gente dormindo no sereno
Necessitando de agasalho e colchão;
Há tantos órfãos, também tantas viúvas...
Meu amado sinta a dor do teu irmão!

Glorifique do Senhor Seu santo nome,
Dê carinho e também pão a quem tem fome
Que terás a recompensa lá no fim.

Foi Jesus Cristo quem deixou este ensino:
Quem ajudar a um desses pequeninos
Na verdade está fazendo para mim!


ESTENDE AS TUAS MÃOS

Estende as tuas mãos aos necessitados,
Aos que passam por grandes provações;
Pois saiba que nos Céus são registrados
Todo bem que fizerdes - tuas ações...

Estende as tuas mãos aos desabrigados,
Aos que passam nas ruas suas aflições;
Aos que pedem um pão, desesperados,
E mendigam afeto aos corações!...

Atentai p'ra sua dor, para os seus gritos,
E estende as tuas mãos para os aflitos,
Que carecem de amor, felicidade...

Recolher as tuas mãos é grande risco,
Pois quem sabe o pedinte é Jesus Cristo,
Disfarçado, pra provar tua caridade!...

Antonio Costta

COMENDA JOSÉ LINS DO REGO E LANÇAMENTO DO LIVRO "PENSAMENTOS DE UM POETA"

Quero agradecer, de coração, a Câmara Municipal de Pilar, representada por seu presidente Landoaldo Cesar, pela honrosa Comenda de Mérito Cultural José Lins do Rego, concedida a este simples poeta, no dia 04 deste mês de junho de 2017, durante as festividades da Semana Cultural José Lins do Rego, em minha querida Pilar/PB.
Que Deus continue abençoando a todos e iluminando sempre o nosso caminho.

"Tudo tem o seu tempo determinado, 
e há tempo para todo propósito debaixo do céu:
... tempo de plantar e tempo de colher o que se plantou." 

(Eclesiástes 3-1,2)
















Antonio Costta e o jornalista Frutuoso Chaves







O livro Pensamentos de um Poeta, poderá ser adquirido 
no site do Clube de Autores, através deste link:


MENINO DE ENGENHO (Poema/homenagem à José Lins do Rego)


MENINO DE ENGENHO

A infância melhor
Do mundo é a que tenho,
Sou menino feliz,
Sou menino de engenho.

O Engenho Corredor
É meu palco de amor,
Pois na bagaceira
É que tem brincadeira,
Com o Moleque Ricardo
É que aposto carreira.
E é na Casa Grande
Que tem um pomar,
Que têm pés de banana,
Têm pés de cajá,
Têm pés de pitomba
E tem Zefa Cajá!...

A infância melhor
Do mundo é a que tenho,
Sou menino feliz,
Sou menino de engenho.

Tem trem apitando,
Chegando a Pilar.
Capitão Vitorino
Querendo brigar,
Tem cheia do rio
Com tudo a arrastar,
Meu avô socorrendo
O que dá pra salvar.
Tem noite estrelada,
Tem noite medonha,
Têm história contada
Pela Velha Tontônia!
E tem cangaceiros
Por todo o terreiro,
Antonio Silvino
Querendo dinheiro. 

A infância melhor
Do mundo é a que tenho,
Sou menino feliz,
Sou menino de engenho.

Sou menino treloso,
Brincando na vida,
Banhando-me nas águas
Do Rio Paraíba,
Levando capim
Pro carneiro Jasmim,
Levando uma flor
Pra Zefa Cajá,
Ouvindo cantar
O meu Marechal,
Canário da terra
Mais especial.

A infância melhor
Do mundo é a que tenho,
Sou menino feliz,
Sou menino de engenho.

Mas viro Doidinho
Quando vou estudar,
Sentindo saudades
Do velho Pilar,
Da Tia Naninha
A me consolar,
Da velha Tontônia
No engenho a contar
Histórias bonitas
Pra gente sonhar,
Do Moleque Ricardo
Querendo brincar
E dos banhos de rio
Com Zefa Cajá!

Minha infância querida
Cantar aqui venho;
Fui menino feliz,
Fui menino de engenho.

O tempo passou
Com força de enchente,
Vi-me de repente
Sendo promotor,
Mas o menino de engenho,
Lá do Corredor,
Não quis me deixar,
Com saudade, sem par,
Lembrei meu avô,
Tornei-me escritor,
Cantei meu lugar!

Minha infância querida
Cantar aqui venho;
Fui menino feliz,
Fui menino de engenho.


(Autor: Antonio Costta)

PENSAMENTOS DE UM POETA

Disponibilizei meu novo livro "Pensamentos de um Poeta" (em português e espanhol) 
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